segunda-feira, 27 de junho de 2011

BRASILEIRO SÉRIE B

Sem poder de reação, Salgueiro perde de 1x0 para o Americana
O único gol do jogo saiu apenas no segundo tempo e foi marcado pelo atacante Dodô; Carcará enfrenta na próxima terça a Ponte Preta, em Paulista
Foto: Reprodução / TV Globo



Não foi desta vez que o Salgueiro conseguiu a sua primeira vitória fora de casa na Série B. O Carcará foi derrotado por 1x0 pelo Americana, que, com a vitória, chegou aos 14 pontos e está no último lugar do G4. Já o time sertanejo permanece com os mesmos oito pontos de antes e ocupa a 14ª posição.

O único gol da partida foi marcado por Dodô no segundo tempo. Quando o cronômetro marcava 26 minutos, ele recebeu uma falta de Josa na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e chutou a bola direto para o fundo das redes.

O próximo compromisso do Salgueiro na Série B é nesta terça-feira (28), às 21h50. O Carcará joga no Estádio Ademir Cunha contra a Ponte Preta, de São Paulo. Já o Americana joga novamente em casa, mas, desta vez, enfrenta o Grêmio Barueri. A partida também ocorre nesta terça, porém mais cedo: às 19h30. Os dois jogos são válidos pela 8ª rodada.
O JOGO
Jogando em casa, o Americana partiu para o ataque desde os minutos iniciais da partida. Logo aos dois minutos, Thiago Gomes recebeu a bola de cobrança de escanteio e tentou cabecear para o gol de Marcelo, mas mandou a bola para fora.

Nos minutos seguintes, o Salgueiro até conseguiu alguns contra-ataques, mas não teve capacidade para manter a posse de bola e levou pouco perigo à meta adversária. Com isso, acabou tendo de enfrentar uma pressão sem fim do Americana.  

Quando o cronômetro marcava 19 minutos, Marcelo conseguiu defender uma bola bem finalizada por André Luiz. No minuto seguinte, outra defesa importante do goleiro do Carcará. Dodô recebeu a bola pela esquerda e cabeceou no gol, mas Marcelo ficou com ela.

O Salgueiro apenas chegou com perigo na área do Americana aos 30 minutos. Em uma cobrança de escanteio, a equipe sertaneja cruzou a bola, mas a zaga do time de São Paulo fez o corte.

Aos 34 minutos, o Americana tentou novamente chegar ao gol do Carcará. Dodô chutou de perna esquerda, mas Marcelo conseguiu fazer a defesa. Dois minutos depois, o goleiro do Salgueiro foi novamente exigido. Magal fez um bom levantamento na área, mas Marcelo conseguiu defender.

A resposta do Carcará veio aos 39 minutos. Fagner chutou de longe, mas a bola saiu pelo lado direito do gol de Jaílson. O primeiro tempo acabou com o placar zerado para as duas equipes.

Na etapa complementar, o Americana continuou a pressionar o Salgueiro. Logo aos seis minutos, Fumagalli cobrou uma falta e a bola foi direito para o goleiro Marcelo, que defendeu bem. No minuto seguinte, Paulo Sérgio fez falta em Josa e levou o primeiro cartão amarelo da partida.

Aos 13 minutos, já estava o Americana levando novamente perigo ao gol de Marcelo. E outra vez com Fumagalli, que arriscou um chute perigoso com a perna esquerda, mas o goleiro do Carcará conseguiu fazer a defesa.

Aos 15 minutos, foi a vez de Marcos Tamandaré ser advertido com o cartão amarelo, após cometer falta dura em Dodô.

O único gol da partida saiu apenas quando o cronômetro marcava 26 minutos. Josa fez falta em Dodô na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e mandou a bola para o fundo das redes.

Sem poder de reação, o Carcará viu a pressão do Americana aumentar. Aos 35 minutos, Paulinho levantou a bola na grande área, mas o goleiro do Carcará segurou. Antes de o árbitro apitar o final do jogo, o time mandante teve algumas outras chances de ampliar o placar, mas não conseguiu reverter as chances em gol.
FICHA DO JOGO
AMERICANA
Jaílson; Paulo Sérgio, Jorge Luiz, Thiago Gomes e Magal; Alê, Leo Silva, Fumagalli (Moacir) e André Luiz (Reinaldo); Marcinho (Paulinho) e Dodô.
Técnico: Toninho Cecílio.
SALGUEIRO
Marcelo; Marcos Tamandaré, Alemão, Alexandre e Josa; Pio, Diego Paulista, Edmar e Mateus (Clébson); Fágner (Robertinho) e Fernando (Fabrício Ceará).
Técnico: Neco.
Local: Estádio Décio Vitta, em Americana (SP)Público: 1.141Gol: Dodô (26' do 2º tempo)Cartões amarelos: Paulo Sérgio (Americana); Marcos Tamandaré (Salgueiro)Árbitro: Jean Pierre Gonçalves (RS)Assistentes: José Javel Silveira e João Monteiro Júnior (ambos do RS

BRASILEIRO SÉRIE B

Náutico desperdiça muitas chances e perde do ABC por 1x0, em Natal
O único gol da partida foi marcado por Leandrão, ainda no primeiro tempo; as duas equipes tiveram jogadores expulsos: Elionar, pelo ABC; e Éverton, pelo Timbu

Foto: Reprodução / TV Globo



O Náutico até tentou, mas não conseguiu acabar com a invencibilidade do ABC na Série B. Em um jogo em que poderia empatar ou até mesmo ganhar, devido à quantidade de chances perdidas de gol, o Timbu amargou a sua terceira derrota na competição nacional e perdeu de 1x0 para a equipe potiguar. O Alvirrubro permanece com 9 pontos e ocupa o 12º lugar enquanto o ABC chega aos 13 pontos e está na 5ª posição.

O único gol do jogo foi marcado no primeiro tempo, aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.

O Náutico até chegou ao gol de empate, assinalado por Elton aos 45 minutos do segundo tempo, mas o assistente marcou impedimento no lance e o árbitro não validou a jogada. Ainda na etapa complementar, cada uma das equipes teve um jogador expulso. Elionar recebeu o cartão vermelho aos 32 minutos e Everton recebeu o dele aos 40 minutos.

O Timbu joga novamente fora de casa na próxima rodada na Série B. O adversário do Náutico é o Duque de Caxias, do Rio de Janeiro. A partida acontece nesta terça-feira (28), às 19h30, no Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé. No mesmo dia e no mesmo horário, o ABC enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro.
O JOGO
O Náutico começou o jogo com uma novidade no setor ofensivo: Phillip foi o companheiro de Kieza no ataque. Mas quem começou levando perigo à meta adversária foi o ABC. Logo aos quatro minutos, Nêgo passou por Aírton e cruzou a bola, mas ela foi diretamente para as mãos de Glédson.

A resposta do Náutico veio aos oito minutos, numa cobrança de falta com Eduardo Ramos. O jogador chutou com a perna direita, a bola passou pela barreira e bateu na rede pelo lado de fora. Aos 1’ minutos, o Timbu chegou novamente na área do ABC. Neno fez um cruzamento fechado pela direita, mas o goleiro Wellington subiu mais que os outros jogadores e ficou com a bola.

O time potiguar respondeu aos 14 minutos. Cascata chutou de fora da área, mas a bola saiu à direita do gol de Glédson. Aos 16, foi a vez de Elicarlos arriscar um chute de fora da área, mas Wellington fez a defesa parcial e Leonardo afastou o perigo.

Quando o cronômetro marcava 24 minutos, o Náutico teve uma falta a seu favor e Aírton mandou a bola na segunda trave, mas o goleiro do ABC saiu do gol e ficou com ela.

O único gol do jogo saiu apenas aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.

O Náutico teve a chance de empatar a partida aos 37 minutos. Em um cruzamento do Alvirrubro pela direita, Wellington afastou a bola com um soco e Eduardo Ramos ficou com o rebote, mas chutou travado. Aos 43, Kieza reclamou do árbitro e foi advertido com o cartão amarelo.

Na etapa complementar, o Náutico voltou com uma novidade. O atacante Ricardo Xavier entrou no lugar de Phillip e fez a sua estreia na Série B deste ano. E foi com o artilheiro do Timbu nesta temporada que saiu a primeira grande chance de gol dos alvirrubros no segundo tempo. Aos 11 minutos, Ricardo Xavier recebeu a bola de costas para a zaga dentro da área, girou para cima do marcador e chutou colocado, mas a bola passou pelo goleiro Wellington e saiu pela linha de fundo.

No minuto seguinte, Cascata invadiu a grande área e caiu. Os jogadores do ABC pediram pênalti, mas o árbitro disse que não houve falta na jogada e mandou o jogo seguir.

Em seguida, o que se viu foi um festival de cartões amarelos. Aos 13 minutos, Elionar Bombinha simulou falta e foi punido pelo árbitro com o amarelo, assim como Marcus Vinícius após cometer uma falta na lateral direita aos 15. Já Everton recebeu o cartão aos 26, quando fez falta dura em Cascata.

Quando o cronômetro marcava 32 minutos, saiu o primeiro cartão vermelho do jogo. Elionar fez uma falta por trás em cima de Elicarlos, recebeu o segundo amarelo e, em seguida, foi expulso de campo. Aos 40, Everton empurrou Malaquias, que disparava sozinho em velocidade pelo meio, e também foi expulso de campo.

Aos 45 minutos, Elton marcou para o Timbu, mas o gol foi anulado pelo árbitro após o assistente marcar impedimento do jogador alvirrubro no lance.

Uma vez restabelecida a igualdade númerica dentro de campo, o ABC continuou administrando a vantagem no placar até o final da partida, encerrada pelo árbitro aos 48 minutos.
 
FICHA DO JOGO
ABC
Wellington; Nêgo (Pio), Leonardo, Alessandro Lopes e Renatinho Potiguar; Basílio, Marcus Vinícius, Bileu e Cascata (Ricardo Oliveira); Leandrão (Malaquias) e Elionar Bombinha.
Técnico: Leonardo Campos.
NÁUTICO
Glédson; Neno (Rodrigo Heffner), Ronaldo Alves, Marlon e Aírton (Elton); Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos; Phillip (Ricardo Xavier) e Kieza.
Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Estádio Frasqueirão, em Natal (RN)Público: Não divulgadoGol: Leandrão (33’ do 1º tempo)Cartões amarelos: Bileu, Basílio, Marcus Vinícius e Elionar Bombinha (ABC); Kieza, Derley e Éverton (Náutico)Cartões vermelhos: Elionar Bombinha (ABC); Éverton (Náutico)Árbitro: Francisco Assis Almeida Filho (CE)Assistentes: Thiago Gomes Brigido e Arnaldo Rodrigues de Souza (ambos do CE

domingo, 26 de junho de 2011

FUTEBOL INTERNACIONAL

Choro e drama: River Plate empata e
é rebaixado no Monumental de Nuñez
No aniversário de 15 anos do título da Libertadores, gigante argentino perde pênalti e não consegue vencer o Belgrano por dois gols de diferença em casa


O dia 26 de junho era até este domingo motivo de muita festa e alegria para o River Plate. Em 1996, há exatos 15 anos, os Milionários venciam o América de Cali, da Colômbia, por 2 a 0, e se sagravam campeões da Taça Libertadores da América pela segunda vez. Agora, o gigante argentino terá de dividir a data com a maior decepção de seus 110 anos de história. Com o empate por 1 a 1 com o Belgrano, no Monumental de Nuñez, o clube presidido por Daniel Passarella foi rebaixado para a Segunda Divisão nacional.
Após perder na quarta-feira por 2 a 0 em Córdoba, na última quarta-feira, o River precisava vencer por dois gols de diferença. Saiu na frente, logo aos cinco minutos, permitiu a igualdade na etapa final e até desperdiçou um pênalti em seguida. No fim, torcedores invadiram o gramado e paralisaram a partida, que sequer teve continuação.
Pavone não acredita: autor do gol do River desperdiçou um pênalti no segundo tempo (Foto: Agência Reuters)
Primeiro tempo é animador
Apesar do gol anulado do Belgrano logo aos quatro minutos, corretamente marcado pelo árbitro Sergio Pezzota, foi o River Plate quem mandou no primeiro tempo. Empurrado por sua torcida, que lotou o Monumental e fez linda festa, os Milionários nem pareciam a mesma equipe apática de quarta-feira.
Não à toa a resposta ao susto foi efetiva e muito rápida. Após lançamento, Pavone dominou, girou e emendou bonito, de fora da área. O chute rasteiro entrou no canto. Eram apenas cinco minutos de jogo.
Os donos da casa foram para cima e passaram a acreditar ainda mais na possibilidade de se salvar do descenso. Aos 25, reclamaram com razão de um pênalti não marcado pelo juiz em cima de Caruso. No lance seguinte, a cabeçada de Díaz passou raspando o travessão e assustou. A última jogada de grande perigo veio aos 30, com Pavone, em chute de fora da área.
Pavone (7) e Lamela comemoram: primeiro tempo
foi animador para o River Plate (Foto: agência AFP)
Falha da zaga, pênalti perdido: River não resiste e é rebaixado no Monumental
O apito final trouxe minutos de incrível atmosfera no estádio. A torcida colocou a paixão no canto e enviou mensagem de apoio à equipe. Mas foi novamente o Belgrano quem criou ótima oportunidade na etapa final. Aos 3, Pereyra avançou livre em contra-golpe e tentou por cobertura. Carrizo rezou e a viu sair por cima.
O tempo passava rápido para o River, que já não era o mesmo e tentava administra o nervosismo com o futebol. Mas nova falha do sistema defensivo praticamente pôs tudo a perder. Aos 17, Díaz e Ferrero protagonizaram cena de trapalhões e viram a bola sobrar limpa para Farré empurrar.
As expressões da torcida já eram de desânimo e desespero quando Caruso sofreu pênalti aos 22. Pavone, autor do primeiro gol, assumiu a responsabilidade e foi para a cobrança pela qual certamente não será esquecido. Um chute rasteiro, no centro do gol, acabou nas mãos do goleiro Olave, que sequer deu rebote.
Àquela altura, alguns torcedores já choravam. O River ocupou boa parte do tempo restante no campo ofensivo, ensaiou uma pressão, mas a missão era mesmo espinhosa. Aos 45, alguns invadiram o gramado e o jogo foi paralisado. Bombeiros usaram mangueiras d'água para afastar os mais nervosos. Não houve volta. Houve choro e muito drama, refletido no rosto do goleiro Carrizo e de tantos outros. Era o fim de uma era na elite, agora com o espaço ocupado pelo modesto Belgrano

Ginástica

Diego e Daiane fazem bonito no solo e conquistam ouro no torneio em Natal
Ginastas superam adversários com facilidade e pegam embalo na preparação para o Campeonato Mundial do Japão, que será disputado em outubro


Em busca de superação, dois dos principais nomes da ginástica brasileira pegaram embalo neste domingo no caminho que leva ao Mundial do Japão, em outubro. No Torneio Internacional de Ginástica Artística, disputado em Natal, Diego Hypolito e Daiane dos Santos deixaram os adversários para trás e embolsaram medalhas de ouro. Recuperado de uma cirurgia no tornozelo, Diego venceu as provas de salto e solo. De volta à seleção após dois anos afastada, Daiane ganhou no solo e festejou o bom retorno.
- Consegui acertar tudo direitinho. Fiz uma série mais simples no solo, e agora é botar um pouco mais de dificuldade para o Mundial – afirmou Daiane, em entrevista ao Esporte Espetacular logo após o torneio, na manhã deste domingo.
Em sua primeira competição internacional com a seleção após receber uma suspensão por doping, Daiane conseguiu uma nota 13.700, superando as também brasileiras Gabriela Soares (13.550) e Adrian Gomes (13.400). O pódio brasileiro deixou para trás as mexicanas Alexa Moreno, Karla Retiz e Areli Medina, que vieram em seguida.
Campeã mundial em 2003, Daiane não usa mais o “Brasileirinho”, trilha que virou sua marca no tablado. Com uma mistura de ritmos latinos, a ginasta abriu sua série com o famoso duplo twist carpado e foi muito aplaudida pelo público de Natal.
Diego Hypolito abriu sua prova de solo ao meio-dia em ponto. Com uma série que partia de 16.80, ele fez bonito e mostrou que está recuperado da cirurgia. Fechou a apresentação com uma tripla pirueta e também arrancou aplausos da torcida. No fim, ele ficou com o ouro, superando Victor Rosa e Santiago Lopes.
- Essa série é a mais difícil da minha carreira, que parte de 16.80. Voltei agora 100%, e tem toda uma equipe envolvida com isso para chegar ao resultado final – afirmou Diego, agradecendo, entre outros ao técnico e ao psicólogo da equipe

Aberto de Paris de Natação

Cielo domina os 50m livre e mostra que ainda é o gatilho mais rápido
Brasileiro completa a prova em 21s66 no Aberto de Paris, supera o rival Frédérick Bousquet e brinca na piscina imitando pistolas com os dedos
Por GLOBOESPORTE.COM Paris, França

Assim que bateu em primeiro lugar nos 50m livre e confirmou seu terceiro ouro no Aberto de Paris, Cesar Cielo fez questão de deixar claro para a torcida que é o gatilho mais rápido da natação mundial. Ainda na água, o brasileiro imitou pistolas com as duas mãos e soprou as pontas dos dedos, sorrindo com a missão cumprida neste domingo. Com o tempo de 21s66, melhor do ano, ele superou o rival Frédérick Bousquet, que nadava em casa e ficou com a prata ao cravar 21s78. O ucraniano Andrii Govorov completou o pódio com 22s04. O brasileiro Bruno Fratus chegou em quinto lugar, com o tempo de 22s31.
O melhor tempo de Cielo no ano nos 50m livre tinha sido 21s73, no Troféu Maria Lenk. Com os 21s66, ele conquista seu terceiro ouro no Aberto de Paris. Os outros dois tinham vindo no sábado, nos 50m borboleta e nos 100m livre.
Cielo sopra os dedos após a prova deste domingo: missão cumprida em Paris (Foto: Satiro Sodré / AGIF)
Concentrado para a prova desde o início, Cielo caiu na água e conseguiu se desvencilhar dos adversários na segunda metade. Comemorou o ouro e, a caminho do pódio, ainda pegou uma bandeira do Brasil para colocar sobre o ombro esquerdo. Cumprimentou Bousquet e, após receber a medalha, agradeceu aos torcedores de Paris.
- Amo Paris, amo a torcida, aqui tem alguns dos melhores nadadores do mundo e adoro competir contra eles – disse, arrancando aplausos.
A caminho do pódio, Cielo pegou uma bandeira do Brasil (Foto: Satiro Sodré / AGIF)