quinta-feira, 19 de maio de 2011

Pelada 15-05-2011











segunda-feira, 16 de maio de 2011

Futebol Internacional


Alex Ferguson considera hegemonia na Inglaterra um 'feito memorável'
Treinador comemora seu 12º título inglês em 25 anos de Manchester United e ressalta importância dos jogos em casa para a campanha vitoriosa

Quando entrou em campo neste sábado, para enfrentar o Blackburn, fora de casa, o Manchester United sabia que precisava de apenas um empate para fazer história na Inglaterra. Conseguiu. E deve isso em grande parte ao técnico Alex Ferguson. Desde 1986 no comando do clube inglês, o treinador escocês conquistou seu 12º título inglês em 25 anos e não escondeu o orgulho pelo feito histórico de ter tornado o clube o maior vencedor da história do futebol na Terra da Rainha.
Ferguson, que por pouco não foi para o Arsenal antes de iniciar sua carreira nos Diabos Vermelhos, acredita que as conquistas do Manchester United nas décadas de 1990 e 2000 merecem receber muito crédito. Desde que assumiu o clube, Sir Alex já conquistou um total de 36 títulos. Além dos 12 ingleses, são cinco Copas da Inglaterra, quatro Copas da Liga, nove Supercopas da Inglaterra, duas Ligas dos Campeões, duas Supercopa da Europa e dois Mundiais Interclubes.
- O mais importante é a hegemonia. Tomara que consigamos mantê-la por um bom tempo. É um feito memorável. Me sinto muito bem. O jogo não foi lá essas coisas, mas não me preocupo. É muito importante para o clube ser o maior vencedor. Também temos o recorde na Copa da Inglaterra, além de ter ganho Copas da Liga, Ligas dos Campeões e Mundiais Interclubes - disse.
Alex Ferguson e Rooney comemorando (Foto: Getty Images)Alex Ferguson e Rooney no momento em que o atacante fez o gol do título (Foto: Getty Images)

Ferguson acredita que o fator principal desta conquista na atual temporada foi a boa forma da equipe jogando em casa. O Manchester United não perde em Old Trafford desde março do ano passado, quando foi derrotado pelo Chelsea. No próximo final de semana, o time recebe o Blackpool, já com o título garantido, mas pensando em confirmar a invencibilidade.
- Esse ano foi engraçado. Não estivemos muito bem fora de casa, hoje só empatamos, mas estivemos fantásticos em casa e foi aí que conquistamos o título - afirmou o treinador, que, apesar disso, evitou comparações com o time da temporada 1998-99, que conquistou três títulos (Liga dos Campeões, Inglês e Copa da Inglaterra) no ano.
- Não vamos nos precipitar. Aquela temporada da Tríplice Coroa foi espetacular e não sei se irá acontecer novamente. Sabia que, nesse ano, teríamos que abrir mão de alguma das competições, e acabou sendo a menos importante delas, a Copa da Inglaterra. Ganhamos o Inglês e agora temos a Liga dos Campeões para decidir - completou.
Carreata dois dias depois da final da Champions
No dia 30 de maio, dois dias após a final da Liga dos Campeões contra o Barcelona, em Wembley, o clube irá realizar uma festa oficial pelo título. O diretor David Gill confirmou a carreata, pois para ele, independente do resultado da decisão do campeonato europeu, a conquista da hegemonia no futebol inglês merece ser celebrada. Além disso, Gill acredita que não seria bom fazer festa antes da decisão.
- É um grande feito para a nossa história e temos que festejar. Recebemos muitas perguntas dos torcedores, então acredito que haverá mesmo essa carreta. Foi uma boa maneira que encontramos para comemorar sem prejudicar o time antes da final - explicou

Futebol Internacional


Alex Ferguson considera hegemonia na Inglaterra um 'feito memorável'
Treinador comemora seu 12º título inglês em 25 anos de Manchester United e ressalta importância dos jogos em casa para a campanha vitoriosa

Quando entrou em campo neste sábado, para enfrentar o Blackburn, fora de casa, o Manchester United sabia que precisava de apenas um empate para fazer história na Inglaterra. Conseguiu. E deve isso em grande parte ao técnico Alex Ferguson. Desde 1986 no comando do clube inglês, o treinador escocês conquistou seu 12º título inglês em 25 anos e não escondeu o orgulho pelo feito histórico de ter tornado o clube o maior vencedor da história do futebol na Terra da Rainha.
Ferguson, que por pouco não foi para o Arsenal antes de iniciar sua carreira nos Diabos Vermelhos, acredita que as conquistas do Manchester United nas décadas de 1990 e 2000 merecem receber muito crédito. Desde que assumiu o clube, Sir Alex já conquistou um total de 36 títulos. Além dos 12 ingleses, são cinco Copas da Inglaterra, quatro Copas da Liga, nove Supercopas da Inglaterra, duas Ligas dos Campeões, duas Supercopa da Europa e dois Mundiais Interclubes.
- O mais importante é a hegemonia. Tomara que consigamos mantê-la por um bom tempo. É um feito memorável. Me sinto muito bem. O jogo não foi lá essas coisas, mas não me preocupo. É muito importante para o clube ser o maior vencedor. Também temos o recorde na Copa da Inglaterra, além de ter ganho Copas da Liga, Ligas dos Campeões e Mundiais Interclubes - disse.
Alex Ferguson e Rooney comemorando (Foto: Getty Images)Alex Ferguson e Rooney no momento em que o atacante fez o gol do título (Foto: Getty Images)

Ferguson acredita que o fator principal desta conquista na atual temporada foi a boa forma da equipe jogando em casa. O Manchester United não perde em Old Trafford desde março do ano passado, quando foi derrotado pelo Chelsea. No próximo final de semana, o time recebe o Blackpool, já com o título garantido, mas pensando em confirmar a invencibilidade.
- Esse ano foi engraçado. Não estivemos muito bem fora de casa, hoje só empatamos, mas estivemos fantásticos em casa e foi aí que conquistamos o título - afirmou o treinador, que, apesar disso, evitou comparações com o time da temporada 1998-99, que conquistou três títulos (Liga dos Campeões, Inglês e Copa da Inglaterra) no ano.
- Não vamos nos precipitar. Aquela temporada da Tríplice Coroa foi espetacular e não sei se irá acontecer novamente. Sabia que, nesse ano, teríamos que abrir mão de alguma das competições, e acabou sendo a menos importante delas, a Copa da Inglaterra. Ganhamos o Inglês e agora temos a Liga dos Campeões para decidir - completou.
Carreata dois dias depois da final da Champions
No dia 30 de maio, dois dias após a final da Liga dos Campeões contra o Barcelona, em Wembley, o clube irá realizar uma festa oficial pelo título. O diretor David Gill confirmou a carreata, pois para ele, independente do resultado da decisão do campeonato europeu, a conquista da hegemonia no futebol inglês merece ser celebrada. Além disso, Gill acredita que não seria bom fazer festa antes da decisão.
- É um grande feito para a nossa história e temos que festejar. Recebemos muitas perguntas dos torcedores, então acredito que haverá mesmo essa carreta. Foi uma boa maneira que encontramos para comemorar sem prejudicar o time antes da final - explicou

Futebol Internacional


Manchester City bate o Stoke e leva a Copa da Inglaterra
Depois de 35 anos, Citizens voltam a faturar título na elite do futebol inglês em vitória por 1 a 0, com gol do meia, que também marcou na semifinal

A festa não tem hora para acabar na cidade de Manchester neste sábado. Depois de o United conquistar o Campeonato Inglês, o City faturou a Copa da Inglaterra, ao vencer o Stoke City, por 1 a 0, quebrando um longo e incômodo jejum de 35 anos sem títulos nas principais competições da Inglaterra. Agora com cinco títulos da competição, que é a mais antiga do futebol mundial, o City, enfim, pode dar um retorno ao grande investimento financeiro feito pelo xeque Mansour bin Zayed Al-Nahyan, que é o principal acionista o clube na temporada 2007-08.
Foram quatro anos de espera, muitos milhões de libras gastas e críticas de todas as partes. Mas, enfim, o Manchester City pode dizer que tudo valeu a pena. A temporada 2010-11 será inesquecível para os Citizens na luta para se tornarem um dos gigantes do futebol europeu. Depois de garantirem vaga para a próxima edição da Liga dos Campeões da Europa, neste sábado eles conquistaram o primeiro título da era Al-Nahyan.
Mas não foi fácil. O gol do título só foi sair aos 29 minutos do segundo tempo, marcado por um verdadeiro herói da conquista: o volante Yaya Touré, que já havia marcado o gol da classificação para a decisão, na vitória por 1 a 0 sobre o Manchester United, na semifinal, também em Wembley, que daqui há duas semanas será palco da final da Liga dos Campeões, entre Barcelona e Manchester United.
Yaya Toure comemora gol do Manchester City  (Foto: Reuters)Yaya Touré comemora o gol que quebrou o jejum de mais de 30 anos do Manchester City (Foto: Reuters)
City tem mais chances, mas não abre o placar
Duas semanas antes da final da Liga dos Campeões, o estádio de Wembley, em Londres, entre United e Barcelona, recebeu mais uma decisão. Pressionado por ser o franco favorito, o time de Manchester buscou o gol desde o início do jogo. Logo aos dois minutos, Balotelli e David Silva tabelaram e a bola sobrou com Micah Richards, que cabeceou com perigo para o gol de Sorensen. Logo depois, foi a vez de Tevez chutar forte e quase abrir o placar. Aos 10, Yaya Toure chutou com perigo de fora da área e a bola passou raspando na trave.
Ao que tudo indicava, era questão de tempo até os Citizens abrirem o placar. A pressão continuou intensa por mais alguns minutos. Aos 18, Tevez recebeu lançamento longo, invadiu a área, mas parou nas mãos do arqueiro do Stoke. Cinco minutos depois, Mario Balotelli cruzou pela direita, a bola pegou efeito e por pouco não surpreendeu Sorensen. Mas, depois disso, o Manchester tirou o pé do acelerador e foi o Stoke quem passou a assustar nos contra-ataques, no entanto, também sem conseguir mandar a bola para o fundo das redes.
Herói da semi, Touré volta a decidir e City leva a melhor
O gás do City parecia ter acabado quando começou o segundo tempo. Quem começou melhor na etapa final foi o Stoke. Logo aos  quatro minutos, Rory Delap cobrou lateral longo na área, a defesa dos azuis se confundiu e por pouco os azarões não abriram o placar. Os Citizens ainda tiveram grande chance, com David Silva, que saiu na cara do gol, mas não conseguiu a finalização, aos 10 minutos, porém, a melhor chance foi do Stoke, aos 16, quando Matthew Etherington achou Kenwyne Jones frente a frente com Hart. O atacante, no entanto, finalizou mal e o arqueiro salvou.
Mas a estrela do volante Yaya Touré brilhou mais uma vez em Wembley. Autor do gol da vitória do Manchester City sobre o rival Manchester United, na semifinal da Copa da Inglaterra, o apoiador aproveitou bate rebate na área do Stoke e, da marca do pênalti, encheu o pé e estufou as redes do Stoke, aos 29 minutos da etapa final. Euforia na metade azul de Wembley. Era o gol do título. Era o fim de mais de três décadas de jejum e o início da realização do sonho de, um dia, ser mais um gigante do futebol inglês e europeu

Campeonato Paulista


Com direito a drama no fim, Peixe conquista o bi em cima do Timão
Com um gol inédito de Arouca, que nunca havia marcado pelo Alvinegro, e outro de Neymar, em falha de Julio Cesar, Santos leva 19ª taça estadual
por Adilson Barros, Carlos Augusto Ferrari e Julyana Travaglia
Foi dramático, como final normalmente é. Chuva fina, campo molhado, falhas de goleiros. Nervosismo, tensão e, finalmente, explosão. O Santos é bicampeão paulista. Um título histórico, o primeiro conquistado em uma decisão de fato na Vila Belmiro. E mais especial ainda para os santistas: em cima do Corinthians, o maior rival. A vitória por 2 a 1, neste domingo, deu ao Peixe seu 19º título estadual e confirmou a vocação vitoriosa da nova geração de Meninos da Vila, capitaneada por Neymar.
O primeiro tempo foi do Santos. Não por acaso, o time da casa abriu o placar aos 16 minutos, com Arouca. Ele mesmo, o volante que não marcava desde o dia 30 de outubro de 2008, quando garantiu a vitória do Fluminense sobre o Figueirense, por 1 a 0, no Campeonato Brasileiro. Durante a semana, o volante chegou a dizer que sonhava marcar seu primeiro gol com a camisa branca numa final de campeonato. Profecia realizada.
Ranking de títulos paulistas
Corinthians
26
Palmeiras
22
São Paulo
21
Santos
19
Antes desse gol, o Peixe já havia chegado perto aos sete minutos, em um chute cruzado de Léo. O Corinthians, embora tivesse mais a bola, tinha dificuldades para criar jogadas. Liedson, isolado, saía demais da área. Jorge Henrique e Dentinho mal foram vistos em campo, presas fáceis para a ótima marcação santista. Aos 20 minutos, preocupação para o Santos. Jonathan correu para fazer uma cobertura e sentiu uma fisgada na coxa direita. Foi substituído por Pará. O nível do time não caiu.
Adriano, leão de chácara da zaga praiana, não deixou Bruno César em paz. Ganhou todas as divididas e mostrou rapidez de raciocínio nas antecipações. Com isso, o Santos passou a criar muitas chances. Aos 34, Arouca acertou a trave com uma bomba de pé direito, aproveitando rebote numa cobrança de escanteio. Acuado, o Corinthians apelava para chutões em direção da área. Sem sucesso. Tanto que Rafael terminou o primeiro tempo sem praticar defesas difíceis.
neymar santos x corinthians taça (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)Jogadores do Santos com a taça de campeão paulista de 2011 (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)
A marcação santista era eficiente também porque Alan Patrick e Zé Eduardo voltavam para batalhar a bola, dando um refresco aos volantes. Neymar, mais à frente, driblava de um lado para o outro e dava bons passes, como o que acertou aos 39 para Alan Patrick. A bola veio por cima e o meia tentou completar de primeira. Mandou por cima do gol.
Na arquibancada, os torcedores do Santos empurravam o time criando um ambiente que misturava alegria e tensão. Os corintianos, em minoria, chegaram a se calar no momento do gol santista, mas passaram a cantar, empurrando o time para a virada. Era o Peixe, porém, quem estava mais perto do segundo.
Aos 43, Neymar apareceu livre pela esquerda. A zaga corintiana parou pedindo impedimento. A arbitragem mandou o lance seguir. O astro santista chegou de frente para Julio Cesar e não conseguiu concluir bem. Tentou um chute no vácuo, no estilo do palmeirense Valdivia, balançou o corpo, mas o camisa 1 do rival se manteve parado. Numa última tentativa, Neymar buscou o vão entre as pernas do corintiano, mas errou o alvo. A bola bateu no adversário e saiu.
Corinthians tenta apertar, mas Santos se segura
Novamente, o Corinthians passou a maior parte do tempo com a bola na etapa complementar. Rondou mais a área santista, trocou mais passes, mas tinha extrema dificuldade até para dominar a bola. Jorge Henrique não conseguia se aproximar de Liedson, que, sozinho, lutava no meio dos defensores santistas. A única chance mais clara para a equipe visitante saiu aos 14 minutos, quando Willian pegou rebote da zaga e emendou um tiro forte de direita. Rafael espalmou para a frente. Durval completou o corte.
O Santos, retraído, tentava encaixar um contra-ataque. Faltava, porém, alguém para acertar o passe final. Alan Patrick não conseguia dar sequência aos lances. Neymar, sozinho à frente, corria de um lado para o outro, só via a bola chegar pelo alto. Elano, que poderia armar, estava atuando como volante. Na única vez que o craque conseguiu dominar a bola, levou perigo. Ele recebeu pela esquerda e veio cortando para o meio. Rolou para Elano, que entrava livre. O chute, rasteiro e cruzado, foi para fora.
O jogo se tornava perigoso para o Santos. Preso demais lá atrás, a equipe de Muricy Ramalho apenas se segurava. A chuva apertou, o que deu uma maior carga de dramaticidade à partida.
À medida que o tempo passava, a pressão corintiana aumentava. O Timão se lançava inteiro para o ataque, abrindo enormes espaços para o Peixe revidar. Os atacantes do time da Baixada, porém, estavam extenuados. De repente, Neymar. Aos 38, ele recebeu pela esquerda, arrancou em velocidade. Mas, cansado, arrematou bem fraco. O chute, rasteiro e colocado, morreria fácil nas mãos de Julio Cesar. No entanto, o goleiro, em um lance de extrema infelicidade, deixou a bola escapar. Ela demorou eternos segundos para ultrapassar a linha, caprichosa, dramática, para fazer a Vila Belmiro explodir.
neymar santos x corinthians comemoração (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)Autor do segundo gol, Neymar não se cansa de festejar (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)
A torcida santista já gritava "é campeão", mas o jogo ainda não havia acabado. Aos 41, foi a vez de Rafael falhar. O goleiro, que estava seis jogos sem sofrer gols, saiu mal e Morais aproveitou, diminuindo a vantagem santista. Não havia tempo para mais nada porém. O Alvinegro se segurou lá atrás e esperou o apito final para comemorar o título