Alison e Emanuel passeiam sob o sol de Puerto Vallarta e são ouro no Pan
Sem dificuldades, brasileiros batem os venezuelanos Hernández e Mussa
por 2 a 0 (21/17 e 21/12) e sobem ao lugar mais alto do pódio dos Jogos
Por João Gabriel Rodrigues Direto de Puerto Vallarta, México
Enquanto as duas duplas se aqueciam na areia, uma torcedora, com desidratação, era atendida por médicos e bombeiros na arena montada em Puerto Vallarta. Se o calor havia sido o grande rival durante a semana, a situação ficou pior neste sábado. Nem mesmo os jatos d’água em direção às arquibancadas aliviavam. Mas as dificuldades de Alison e Emanuel terminaram por aí. Sem tomar conhecimento dos venezuelanos Igor Hernández e Farid Mussa, os brasileiros passearam na final e levaram o ouro dos Jogos Pan-Americanos, no México, com 2 sets a 0, com parciais 21/17 e 21/12. Na partida preliminar, os argentinos Etchegaray e Suarez bateram os mexicanos Miramontes e Virgen por 2 a 1 (14/21, 21/19 e 15/11) e garantiram o bronze.
Foi a primeira medalha de Alison na competição. Emanuel, no entanto, já havia sentido o gosto do ouro quatro anos antes, ao lado do antigo parceiro Ricardo, no Rio de Janeiro.
Após a vitória na semifinal, Emanuel disse que pouco sabia sobre os venezuelanos, mas chamou a atenção para a força física dos rivais. Muito por isso, os brasileiros enfrentaram dificuldades no início da partida. A torcida, no entanto, estava quase toda do lado dessa vez.
Aos gritos de “Brasil”, a dupla começou a abrir vantagem após duas jogadas de Alison na sequência, uma deixadinha e um bloqueio: 8/6.
Os venezuelanos não desistiam. Depois de duas recuperações sensacionais de Alison, que perdeu boné e óculos e arrancou aplausos da torcida, Mussa apenas devolveu, mas Emanuel fez golpe de vista, mas a bola foi na linha. Pouco depois, o mesmo venezuelano enganou o bloqueio de Alison e diminuiu a diferença para três pontos: 14/11 para os brasileiros.
Os venezuelanos tentaram reagir. Em uma bola cortada em cima de Alison, evitaram o primeiro set point dos brasileiros. Um erro de saque de Hernández na sequência, porém, deu números finais à parcial: 21/17.
No segundo set, os brasileiros abriram vantagem de 2/0 e os venezuelanos foram buscar. Não demorou muito e Alison e Emanuel tinham novamente uma boa folga no placar. Em bola no fundo de Emanuel, a dupla abriu 8/4 e voltou a controlar o set.
Com um erro de Mussa, os brasileiros ampliaram para 12 a 7. Na sequência, marcaram mais um ponto em ataque de Emanuel, explorando o bloqueio de Hernández. Em linda deixadinha de Emanuel após defesa espetacular, a parceria verde-amarela fez 20/12.
Para a torcida, tudo era festa: o jogo, a música e os jatos d'água. Ao perceber o esforço venezuelano em busca do ouro, aplaudiram. Mas o dia era mesmo dos brasileiros, que fecharam a vitória em ponto de Emanuel no corredor: 21/12 e ouro para o Brasil
sábado, 22 de outubro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
SÉRIE D
Primeira fase da Série D chega ao fim, e Santa Cruz garante classificação
Quarta Divisão tem última rodada movimentada e definição dos classificados para as oitavas de final estão definidos. Juventude também garante a vaga
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
A Série D já tem os times classificados para as oitavas de final. Com a 10ª rodada realizada neste domingo, todas as partidas com início às 16h (horário de Brasília), as equipes fecharam a primeira fase. Foi o caso do tradicional Santa Cruz, de Pernambuco. Com o triunfo por 2 a 1 sobre o Alecrim-RN, o time chegou a 16 pontos e terminou na liderança do grupo A3, seguido do xará do Rio Grande do Norte, que venceu por 1 a 0 o Guarani de Juazeiro.
Confira a classificação da Série D do Campeonato Brasileiro
A partida mais dramática foi no grupo A5. O Anapolina venceu o Tocantinópolis por 4 a 1, mas, por conta de um gol a menos no saldo, não conseguiu a classificação. Se tivesse marcado mais um, teria igualado o saldo ao do Itumbiara, que perdeu por 1 a 0 para o Tupi, e, com o critério gols pró superior, avançaria às oitavas.
Na chave A2, Independente-PA e Sampaio Corrêa garantiram vaga na próxima fase. Os paraenses venceram o Trem por 1 a 0, enquanto o Sampaio Corrêa precisou apenas do empate com o São Raimundo para terminar em segundo.
Por outro lado, o Bahia de Feira até conseguiu passar pelo River Plate-SE fora de casa. Mas o resultado de nada adiantou para as duas equipes, que estão fora das oitavas. O mesmo aconteceu com Formosa e Audax Rio, no grupo A6. O time carioca aplicou uma goleada por 4 a 0 no adversário, porém, já havia iniciado a rodada quatro pontos atrás do Volta Redonda, que fez 4 a 1 no São Mateus.
O Mirassol contou com a sorte na chave A7. Mesmo com a derrota por 3 a 0 para o Operário, os paulistas se beneficiaram com a vitória do Oeste por 3 a 1 sobre o Cene para garantir, com 14 pontos, a classificação. O Cianorte empatou com o Cruzeiro no grupo A8 e ficou em segundo, atrás do Juventude, que venceu o Brusque por 1 a 0 e terminou na liderança.
Veja os confrontos das oitavas de final:
Cuiabá x Sampaio Corrêa
Independente-PA x Penarol-AM
Santa Cruz-RN x Treze
Coruripe x Santa Cruz-PE
Tupi x Volta Redonda
Vila Nova-MG x Itumbiara
Oeste x Cianorte
Juventude x Mirassol
Veja os resultados da última rodada da primeira fase:
A1 - Vila Aurora-MT 1 x 3 Nacional-AM
A1 - Cuiabá 4 x 0 Penarol-AM
A2 - Independente-PA 1 x 0 Trem-AP
A2 - Sampaio Corrêa-MA 1 x 1 São Raimundo-PA
A3 - Santa Cruz-RN 1 x 0 Guarani de Juazeiro-CE
A3 - Santa Cruz 2 x 1 Alecrim-RN
A4 - River Plate-SE 1 x 2 Bahia de Feira
A4 - Vitória da Conquista-BA 2 x 0 Treze-PB
A5 - Anapolina-GO 4 x 1 Tocantinópolis-TO
A5 - Tupi-MG 1 x 0 Itumbiara-GO
A6 - Volta Redonda-RJ 4 x 1 São Mateus-ES
A6 - Formosa-DF 0 x 4 Audax Rio-RJ
A7 - Operário-PR 3 x 0 Mirassol-SP
A7 - Oeste-SP 3 x 1 Cene-MS
A8 - Cruzeiro-RS 2 x 2 Cianorte-PR
A8 - Brusque-SC 0 x 1 Juventude-RS
Quarta Divisão tem última rodada movimentada e definição dos classificados para as oitavas de final estão definidos. Juventude também garante a vaga
Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
A Série D já tem os times classificados para as oitavas de final. Com a 10ª rodada realizada neste domingo, todas as partidas com início às 16h (horário de Brasília), as equipes fecharam a primeira fase. Foi o caso do tradicional Santa Cruz, de Pernambuco. Com o triunfo por 2 a 1 sobre o Alecrim-RN, o time chegou a 16 pontos e terminou na liderança do grupo A3, seguido do xará do Rio Grande do Norte, que venceu por 1 a 0 o Guarani de Juazeiro.
Confira a classificação da Série D do Campeonato Brasileiro
A partida mais dramática foi no grupo A5. O Anapolina venceu o Tocantinópolis por 4 a 1, mas, por conta de um gol a menos no saldo, não conseguiu a classificação. Se tivesse marcado mais um, teria igualado o saldo ao do Itumbiara, que perdeu por 1 a 0 para o Tupi, e, com o critério gols pró superior, avançaria às oitavas.
Na chave A2, Independente-PA e Sampaio Corrêa garantiram vaga na próxima fase. Os paraenses venceram o Trem por 1 a 0, enquanto o Sampaio Corrêa precisou apenas do empate com o São Raimundo para terminar em segundo.
Por outro lado, o Bahia de Feira até conseguiu passar pelo River Plate-SE fora de casa. Mas o resultado de nada adiantou para as duas equipes, que estão fora das oitavas. O mesmo aconteceu com Formosa e Audax Rio, no grupo A6. O time carioca aplicou uma goleada por 4 a 0 no adversário, porém, já havia iniciado a rodada quatro pontos atrás do Volta Redonda, que fez 4 a 1 no São Mateus.
O Mirassol contou com a sorte na chave A7. Mesmo com a derrota por 3 a 0 para o Operário, os paulistas se beneficiaram com a vitória do Oeste por 3 a 1 sobre o Cene para garantir, com 14 pontos, a classificação. O Cianorte empatou com o Cruzeiro no grupo A8 e ficou em segundo, atrás do Juventude, que venceu o Brusque por 1 a 0 e terminou na liderança.
Veja os confrontos das oitavas de final:
Cuiabá x Sampaio Corrêa
Independente-PA x Penarol-AM
Santa Cruz-RN x Treze
Coruripe x Santa Cruz-PE
Tupi x Volta Redonda
Vila Nova-MG x Itumbiara
Oeste x Cianorte
Juventude x Mirassol
Veja os resultados da última rodada da primeira fase:
A1 - Vila Aurora-MT 1 x 3 Nacional-AM
A1 - Cuiabá 4 x 0 Penarol-AM
A2 - Independente-PA 1 x 0 Trem-AP
A2 - Sampaio Corrêa-MA 1 x 1 São Raimundo-PA
A3 - Santa Cruz-RN 1 x 0 Guarani de Juazeiro-CE
A3 - Santa Cruz 2 x 1 Alecrim-RN
A4 - River Plate-SE 1 x 2 Bahia de Feira
A4 - Vitória da Conquista-BA 2 x 0 Treze-PB
A5 - Anapolina-GO 4 x 1 Tocantinópolis-TO
A5 - Tupi-MG 1 x 0 Itumbiara-GO
A6 - Volta Redonda-RJ 4 x 1 São Mateus-ES
A6 - Formosa-DF 0 x 4 Audax Rio-RJ
A7 - Operário-PR 3 x 0 Mirassol-SP
A7 - Oeste-SP 3 x 1 Cene-MS
A8 - Cruzeiro-RS 2 x 2 Cianorte-PR
A8 - Brusque-SC 0 x 1 Juventude-RS
VASCO
Ricardo Gomes deixa hospital, e médico fala em retomada da carreira
Depois de 21 dias internado, técnico do Vasco tem alta. Emocionado, Roberto Dinamite diz: 'Sinto que estará ao nosso lado ainda neste ano'
Por Rafael Cavalieri Rio de Janeiro
Foram 21 dias marcados por um misto de emoções. Inicialmente medo e apreensão. Depois tensão com momentos de incerteza. A cada passo dado, vinha alívio e esperança. E, na manhã deste domingo, veio a notícia que todos esperavam: Ricardo Gomes recebeu alta e vai continuar o tratamento do acidente vascular cerebral (AVC) em sua casa. Com isso, o sentimento é um só: alegria. Por volta das 11h (de Brasília), o treinador do Vasco deixou o Hospital Pasteur, na Zona Norte do Rio de Janeiro, com a família. Segundo o neurocirurgião José Antônio Guasti, que operou Ricardo e acompanhou sua evolução, a recuperação é a melhor possível.
Guasti afirmou que Ricardo Gomes está perfeitamente lúcido, recuperando cada vez mais os movimentos do lado direito do corpo - atualmente ele está em três numa escala na qual o cinco é o ideal - e melhorando também a questão da fala. As sessões de fisioterapia e fonoaudiologia continuarão sendo feitas na casa do treinador, que vai contar com uma estrutura médica sempre monitorando cada passo da evolução. A recuperação tem sido tão favorável que até mesmo o retorno aos gramados é visto como uma possibilidade real.
A decisão é médica e da família, mas sinto que ele quer e vai estar ao nosso lado ainda este ano"
Roberto Dinamite
Tanto Guasti como o clínico Fábio Guimarães Miranda disseram que a decisão de voltar a trabalhar como treinador do Vasco depende apenas da evolução em sua recuperação e do desejo do próprio Ricardo Gomes e de seus familiares. Clínica e neurologicamente, não há qualquer contraindicação, mas não há ainda um prazo para que isso possa ser discutido.
- Não existe prazo ou previsão que possamos medir neste momento. Cada caso tem o seu tempo. Ele pode levar um mês ou dois meses. Mas seu retorno ao trabalho só depende da vontade e do nível de recuperação dele. Por enquanto não houve manifestação nem dele e nem da familia quanto a isso, até porque ele ainda ainda não tem condições. Neste primeiro momento, temos de comemorar essa bela vitória que foi a sua alta e ter na cabeça que ainda existem longos dias de trabalho pela total recuperação pela frente - afirmou o doutor Fábio, que revelou que Gomes assistiu apenas aos gols da vitória sobre o Grêmio no último sábado.
- Ele não assistiu ao jogo inteiro, mas abriu um largo sorriso assim que ficou sabendo da liderança. Tudo isso é uma vitória para nós, que vivenciamos este caso nas últimas semanas - disse.
Emocionado, Dinamite agradece e já projeta retorno
O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, chegou logo cedo ao hospital para acompanhar todo o processo de alta. Esteve ao lado da família durante todos os momentos desde que Ricardo Gomes foi internado e deu um fraternal abraço no treinador antes de ele ir para casa. Emocionado ao lados dos médicos durante a estrevista coletiva, o mandatário fez questão de agradecer por todas as mensagens de apoio que recebeu até mesmo de clubes rivais e já projeta o retorno de Ricardo Gomes aos campos.
Com controle, ele poderá realizar qualquer tipo de atividade que seja de seu desejo"
Médico Fábio Miranda
Assim como os próprios médicos, Dinamite não estipulou qualquer prazo. No entanto, reafirmou que vai esperar o tempo que for e respeitar qualquer que seja a decisão de Ricardo Gomes. Mas ele acredita que, assim como foi durante os últimos 21 dias, o treinador vai surpreender muita gente.
- Vivemos um momento único. Foi uma conquista de um ser humano fantástico como é o Ricardo Gomes. Sei que ele vai surpreender muita gente e logo logo estará ao nosso lado. Na verdade, ele nunca deixou de estar. O trabalho foi plantado e sua filosofia já está implementada no Vasco. A decisão é médica e da família, mas sinto que ele quer e vai estar ao nosso lado ainda este ano. Ele se sente útil. E, se isso acontecer, as mensagens de apoio que recebi de todos os cantos do mundo foram fundamentais - afirmou.
Controle da hipertensão agora é obrigação
Assim que Ricardo Gomes sofreu o AVC, logo veio o questionamento do estresse da profissão. Junto com isso, todas as vezes em que se fala em seu retorno, surge a dúvida se não seria melhor evitar novamente a carga de tensão e nervosismo que envolve o trabalho de treinador de futebol. No entanto, os médicos afirmaram que isso poderia ter acontecido em casa e que a questão chave neste momento é o controle da hipertensão arterial.
- Isto é algo em que todos deveriam prestar atenção. É um mal silencioso e algo que o Ricardo vai ter de controlar via medicamentos o resto de sua vida. Com este controle, ele poderá realizar qualquer tipo de atividade que seja de seu desejo - afirmou o clínico Fábio Miranda
Depois de 21 dias internado, técnico do Vasco tem alta. Emocionado, Roberto Dinamite diz: 'Sinto que estará ao nosso lado ainda neste ano'
Por Rafael Cavalieri Rio de Janeiro
Foram 21 dias marcados por um misto de emoções. Inicialmente medo e apreensão. Depois tensão com momentos de incerteza. A cada passo dado, vinha alívio e esperança. E, na manhã deste domingo, veio a notícia que todos esperavam: Ricardo Gomes recebeu alta e vai continuar o tratamento do acidente vascular cerebral (AVC) em sua casa. Com isso, o sentimento é um só: alegria. Por volta das 11h (de Brasília), o treinador do Vasco deixou o Hospital Pasteur, na Zona Norte do Rio de Janeiro, com a família. Segundo o neurocirurgião José Antônio Guasti, que operou Ricardo e acompanhou sua evolução, a recuperação é a melhor possível.
Guasti afirmou que Ricardo Gomes está perfeitamente lúcido, recuperando cada vez mais os movimentos do lado direito do corpo - atualmente ele está em três numa escala na qual o cinco é o ideal - e melhorando também a questão da fala. As sessões de fisioterapia e fonoaudiologia continuarão sendo feitas na casa do treinador, que vai contar com uma estrutura médica sempre monitorando cada passo da evolução. A recuperação tem sido tão favorável que até mesmo o retorno aos gramados é visto como uma possibilidade real.
A decisão é médica e da família, mas sinto que ele quer e vai estar ao nosso lado ainda este ano"
Roberto Dinamite
Tanto Guasti como o clínico Fábio Guimarães Miranda disseram que a decisão de voltar a trabalhar como treinador do Vasco depende apenas da evolução em sua recuperação e do desejo do próprio Ricardo Gomes e de seus familiares. Clínica e neurologicamente, não há qualquer contraindicação, mas não há ainda um prazo para que isso possa ser discutido.
- Não existe prazo ou previsão que possamos medir neste momento. Cada caso tem o seu tempo. Ele pode levar um mês ou dois meses. Mas seu retorno ao trabalho só depende da vontade e do nível de recuperação dele. Por enquanto não houve manifestação nem dele e nem da familia quanto a isso, até porque ele ainda ainda não tem condições. Neste primeiro momento, temos de comemorar essa bela vitória que foi a sua alta e ter na cabeça que ainda existem longos dias de trabalho pela total recuperação pela frente - afirmou o doutor Fábio, que revelou que Gomes assistiu apenas aos gols da vitória sobre o Grêmio no último sábado.
- Ele não assistiu ao jogo inteiro, mas abriu um largo sorriso assim que ficou sabendo da liderança. Tudo isso é uma vitória para nós, que vivenciamos este caso nas últimas semanas - disse.
Emocionado, Dinamite agradece e já projeta retorno
O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, chegou logo cedo ao hospital para acompanhar todo o processo de alta. Esteve ao lado da família durante todos os momentos desde que Ricardo Gomes foi internado e deu um fraternal abraço no treinador antes de ele ir para casa. Emocionado ao lados dos médicos durante a estrevista coletiva, o mandatário fez questão de agradecer por todas as mensagens de apoio que recebeu até mesmo de clubes rivais e já projeta o retorno de Ricardo Gomes aos campos.
Com controle, ele poderá realizar qualquer tipo de atividade que seja de seu desejo"
Médico Fábio Miranda
Assim como os próprios médicos, Dinamite não estipulou qualquer prazo. No entanto, reafirmou que vai esperar o tempo que for e respeitar qualquer que seja a decisão de Ricardo Gomes. Mas ele acredita que, assim como foi durante os últimos 21 dias, o treinador vai surpreender muita gente.
- Vivemos um momento único. Foi uma conquista de um ser humano fantástico como é o Ricardo Gomes. Sei que ele vai surpreender muita gente e logo logo estará ao nosso lado. Na verdade, ele nunca deixou de estar. O trabalho foi plantado e sua filosofia já está implementada no Vasco. A decisão é médica e da família, mas sinto que ele quer e vai estar ao nosso lado ainda este ano. Ele se sente útil. E, se isso acontecer, as mensagens de apoio que recebi de todos os cantos do mundo foram fundamentais - afirmou.
Controle da hipertensão agora é obrigação
Assim que Ricardo Gomes sofreu o AVC, logo veio o questionamento do estresse da profissão. Junto com isso, todas as vezes em que se fala em seu retorno, surge a dúvida se não seria melhor evitar novamente a carga de tensão e nervosismo que envolve o trabalho de treinador de futebol. No entanto, os médicos afirmaram que isso poderia ter acontecido em casa e que a questão chave neste momento é o controle da hipertensão arterial.
- Isto é algo em que todos deveriam prestar atenção. É um mal silencioso e algo que o Ricardo vai ter de controlar via medicamentos o resto de sua vida. Com este controle, ele poderá realizar qualquer tipo de atividade que seja de seu desejo - afirmou o clínico Fábio Miranda
sexta-feira, 1 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
BRASILEIRO SÉRIE B
Sem poder de reação, Salgueiro perde de 1x0 para o Americana
O único gol do jogo saiu apenas no segundo tempo e foi marcado pelo atacante Dodô; Carcará enfrenta na próxima terça a Ponte Preta, em Paulista
Foto: Reprodução / TV Globo
Não foi desta vez que o Salgueiro conseguiu a sua primeira vitória fora de casa na Série B. O Carcará foi derrotado por 1x0 pelo Americana, que, com a vitória, chegou aos 14 pontos e está no último lugar do G4. Já o time sertanejo permanece com os mesmos oito pontos de antes e ocupa a 14ª posição.
O único gol da partida foi marcado por Dodô no segundo tempo. Quando o cronômetro marcava 26 minutos, ele recebeu uma falta de Josa na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e chutou a bola direto para o fundo das redes.
O próximo compromisso do Salgueiro na Série B é nesta terça-feira (28), às 21h50. O Carcará joga no Estádio Ademir Cunha contra a Ponte Preta, de São Paulo. Já o Americana joga novamente em casa, mas, desta vez, enfrenta o Grêmio Barueri. A partida também ocorre nesta terça, porém mais cedo: às 19h30. Os dois jogos são válidos pela 8ª rodada.
O JOGO
Jogando em casa, o Americana partiu para o ataque desde os minutos iniciais da partida. Logo aos dois minutos, Thiago Gomes recebeu a bola de cobrança de escanteio e tentou cabecear para o gol de Marcelo, mas mandou a bola para fora.
Nos minutos seguintes, o Salgueiro até conseguiu alguns contra-ataques, mas não teve capacidade para manter a posse de bola e levou pouco perigo à meta adversária. Com isso, acabou tendo de enfrentar uma pressão sem fim do Americana.
Quando o cronômetro marcava 19 minutos, Marcelo conseguiu defender uma bola bem finalizada por André Luiz. No minuto seguinte, outra defesa importante do goleiro do Carcará. Dodô recebeu a bola pela esquerda e cabeceou no gol, mas Marcelo ficou com ela.
O Salgueiro apenas chegou com perigo na área do Americana aos 30 minutos. Em uma cobrança de escanteio, a equipe sertaneja cruzou a bola, mas a zaga do time de São Paulo fez o corte.
Aos 34 minutos, o Americana tentou novamente chegar ao gol do Carcará. Dodô chutou de perna esquerda, mas Marcelo conseguiu fazer a defesa. Dois minutos depois, o goleiro do Salgueiro foi novamente exigido. Magal fez um bom levantamento na área, mas Marcelo conseguiu defender.
A resposta do Carcará veio aos 39 minutos. Fagner chutou de longe, mas a bola saiu pelo lado direito do gol de Jaílson. O primeiro tempo acabou com o placar zerado para as duas equipes.
Na etapa complementar, o Americana continuou a pressionar o Salgueiro. Logo aos seis minutos, Fumagalli cobrou uma falta e a bola foi direito para o goleiro Marcelo, que defendeu bem. No minuto seguinte, Paulo Sérgio fez falta em Josa e levou o primeiro cartão amarelo da partida.
Aos 13 minutos, já estava o Americana levando novamente perigo ao gol de Marcelo. E outra vez com Fumagalli, que arriscou um chute perigoso com a perna esquerda, mas o goleiro do Carcará conseguiu fazer a defesa.
Aos 15 minutos, foi a vez de Marcos Tamandaré ser advertido com o cartão amarelo, após cometer falta dura em Dodô.
O único gol da partida saiu apenas quando o cronômetro marcava 26 minutos. Josa fez falta em Dodô na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e mandou a bola para o fundo das redes.
Sem poder de reação, o Carcará viu a pressão do Americana aumentar. Aos 35 minutos, Paulinho levantou a bola na grande área, mas o goleiro do Carcará segurou. Antes de o árbitro apitar o final do jogo, o time mandante teve algumas outras chances de ampliar o placar, mas não conseguiu reverter as chances em gol.
FICHA DO JOGO
AMERICANA
Jaílson; Paulo Sérgio, Jorge Luiz, Thiago Gomes e Magal; Alê, Leo Silva, Fumagalli (Moacir) e André Luiz (Reinaldo); Marcinho (Paulinho) e Dodô.
Técnico: Toninho Cecílio.
SALGUEIRO
Marcelo; Marcos Tamandaré, Alemão, Alexandre e Josa; Pio, Diego Paulista, Edmar e Mateus (Clébson); Fágner (Robertinho) e Fernando (Fabrício Ceará).
Técnico: Neco.
Local: Estádio Décio Vitta, em Americana (SP)Público: 1.141Gol: Dodô (26' do 2º tempo)Cartões amarelos: Paulo Sérgio (Americana); Marcos Tamandaré (Salgueiro)Árbitro: Jean Pierre Gonçalves (RS)Assistentes: José Javel Silveira e João Monteiro Júnior (ambos do RS
O único gol da partida foi marcado por Dodô no segundo tempo. Quando o cronômetro marcava 26 minutos, ele recebeu uma falta de Josa na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e chutou a bola direto para o fundo das redes.
O próximo compromisso do Salgueiro na Série B é nesta terça-feira (28), às 21h50. O Carcará joga no Estádio Ademir Cunha contra a Ponte Preta, de São Paulo. Já o Americana joga novamente em casa, mas, desta vez, enfrenta o Grêmio Barueri. A partida também ocorre nesta terça, porém mais cedo: às 19h30. Os dois jogos são válidos pela 8ª rodada.
O JOGO
Jogando em casa, o Americana partiu para o ataque desde os minutos iniciais da partida. Logo aos dois minutos, Thiago Gomes recebeu a bola de cobrança de escanteio e tentou cabecear para o gol de Marcelo, mas mandou a bola para fora.
Nos minutos seguintes, o Salgueiro até conseguiu alguns contra-ataques, mas não teve capacidade para manter a posse de bola e levou pouco perigo à meta adversária. Com isso, acabou tendo de enfrentar uma pressão sem fim do Americana.
Quando o cronômetro marcava 19 minutos, Marcelo conseguiu defender uma bola bem finalizada por André Luiz. No minuto seguinte, outra defesa importante do goleiro do Carcará. Dodô recebeu a bola pela esquerda e cabeceou no gol, mas Marcelo ficou com ela.
O Salgueiro apenas chegou com perigo na área do Americana aos 30 minutos. Em uma cobrança de escanteio, a equipe sertaneja cruzou a bola, mas a zaga do time de São Paulo fez o corte.
Aos 34 minutos, o Americana tentou novamente chegar ao gol do Carcará. Dodô chutou de perna esquerda, mas Marcelo conseguiu fazer a defesa. Dois minutos depois, o goleiro do Salgueiro foi novamente exigido. Magal fez um bom levantamento na área, mas Marcelo conseguiu defender.
A resposta do Carcará veio aos 39 minutos. Fagner chutou de longe, mas a bola saiu pelo lado direito do gol de Jaílson. O primeiro tempo acabou com o placar zerado para as duas equipes.
Na etapa complementar, o Americana continuou a pressionar o Salgueiro. Logo aos seis minutos, Fumagalli cobrou uma falta e a bola foi direito para o goleiro Marcelo, que defendeu bem. No minuto seguinte, Paulo Sérgio fez falta em Josa e levou o primeiro cartão amarelo da partida.
Aos 13 minutos, já estava o Americana levando novamente perigo ao gol de Marcelo. E outra vez com Fumagalli, que arriscou um chute perigoso com a perna esquerda, mas o goleiro do Carcará conseguiu fazer a defesa.
Aos 15 minutos, foi a vez de Marcos Tamandaré ser advertido com o cartão amarelo, após cometer falta dura em Dodô.
O único gol da partida saiu apenas quando o cronômetro marcava 26 minutos. Josa fez falta em Dodô na entrada da área. O atacante do Americana cobrou bem por cima da barreira e mandou a bola para o fundo das redes.
Sem poder de reação, o Carcará viu a pressão do Americana aumentar. Aos 35 minutos, Paulinho levantou a bola na grande área, mas o goleiro do Carcará segurou. Antes de o árbitro apitar o final do jogo, o time mandante teve algumas outras chances de ampliar o placar, mas não conseguiu reverter as chances em gol.
FICHA DO JOGO
AMERICANA
Jaílson; Paulo Sérgio, Jorge Luiz, Thiago Gomes e Magal; Alê, Leo Silva, Fumagalli (Moacir) e André Luiz (Reinaldo); Marcinho (Paulinho) e Dodô.
Técnico: Toninho Cecílio.
SALGUEIRO
Marcelo; Marcos Tamandaré, Alemão, Alexandre e Josa; Pio, Diego Paulista, Edmar e Mateus (Clébson); Fágner (Robertinho) e Fernando (Fabrício Ceará).
Técnico: Neco.
Local: Estádio Décio Vitta, em Americana (SP)Público: 1.141Gol: Dodô (26' do 2º tempo)Cartões amarelos: Paulo Sérgio (Americana); Marcos Tamandaré (Salgueiro)Árbitro: Jean Pierre Gonçalves (RS)Assistentes: José Javel Silveira e João Monteiro Júnior (ambos do RS
BRASILEIRO SÉRIE B
Náutico desperdiça muitas chances e perde do ABC por 1x0, em Natal
O único gol da partida foi marcado por Leandrão, ainda no primeiro tempo; as duas equipes tiveram jogadores expulsos: Elionar, pelo ABC; e Éverton, pelo Timbu
Foto: Reprodução / TV Globo
O Náutico até tentou, mas não conseguiu acabar com a invencibilidade do ABC na Série B. Em um jogo em que poderia empatar ou até mesmo ganhar, devido à quantidade de chances perdidas de gol, o Timbu amargou a sua terceira derrota na competição nacional e perdeu de 1x0 para a equipe potiguar. O Alvirrubro permanece com 9 pontos e ocupa o 12º lugar enquanto o ABC chega aos 13 pontos e está na 5ª posição.
O único gol do jogo foi marcado no primeiro tempo, aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.
O Náutico até chegou ao gol de empate, assinalado por Elton aos 45 minutos do segundo tempo, mas o assistente marcou impedimento no lance e o árbitro não validou a jogada. Ainda na etapa complementar, cada uma das equipes teve um jogador expulso. Elionar recebeu o cartão vermelho aos 32 minutos e Everton recebeu o dele aos 40 minutos.
O Timbu joga novamente fora de casa na próxima rodada na Série B. O adversário do Náutico é o Duque de Caxias, do Rio de Janeiro. A partida acontece nesta terça-feira (28), às 19h30, no Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé. No mesmo dia e no mesmo horário, o ABC enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro.
O JOGO
O Náutico começou o jogo com uma novidade no setor ofensivo: Phillip foi o companheiro de Kieza no ataque. Mas quem começou levando perigo à meta adversária foi o ABC. Logo aos quatro minutos, Nêgo passou por Aírton e cruzou a bola, mas ela foi diretamente para as mãos de Glédson.
A resposta do Náutico veio aos oito minutos, numa cobrança de falta com Eduardo Ramos. O jogador chutou com a perna direita, a bola passou pela barreira e bateu na rede pelo lado de fora. Aos 1’ minutos, o Timbu chegou novamente na área do ABC. Neno fez um cruzamento fechado pela direita, mas o goleiro Wellington subiu mais que os outros jogadores e ficou com a bola.
O time potiguar respondeu aos 14 minutos. Cascata chutou de fora da área, mas a bola saiu à direita do gol de Glédson. Aos 16, foi a vez de Elicarlos arriscar um chute de fora da área, mas Wellington fez a defesa parcial e Leonardo afastou o perigo.
Quando o cronômetro marcava 24 minutos, o Náutico teve uma falta a seu favor e Aírton mandou a bola na segunda trave, mas o goleiro do ABC saiu do gol e ficou com ela.
O único gol do jogo saiu apenas aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.
O Náutico teve a chance de empatar a partida aos 37 minutos. Em um cruzamento do Alvirrubro pela direita, Wellington afastou a bola com um soco e Eduardo Ramos ficou com o rebote, mas chutou travado. Aos 43, Kieza reclamou do árbitro e foi advertido com o cartão amarelo.
Na etapa complementar, o Náutico voltou com uma novidade. O atacante Ricardo Xavier entrou no lugar de Phillip e fez a sua estreia na Série B deste ano. E foi com o artilheiro do Timbu nesta temporada que saiu a primeira grande chance de gol dos alvirrubros no segundo tempo. Aos 11 minutos, Ricardo Xavier recebeu a bola de costas para a zaga dentro da área, girou para cima do marcador e chutou colocado, mas a bola passou pelo goleiro Wellington e saiu pela linha de fundo.
No minuto seguinte, Cascata invadiu a grande área e caiu. Os jogadores do ABC pediram pênalti, mas o árbitro disse que não houve falta na jogada e mandou o jogo seguir.
Em seguida, o que se viu foi um festival de cartões amarelos. Aos 13 minutos, Elionar Bombinha simulou falta e foi punido pelo árbitro com o amarelo, assim como Marcus Vinícius após cometer uma falta na lateral direita aos 15. Já Everton recebeu o cartão aos 26, quando fez falta dura em Cascata.
Quando o cronômetro marcava 32 minutos, saiu o primeiro cartão vermelho do jogo. Elionar fez uma falta por trás em cima de Elicarlos, recebeu o segundo amarelo e, em seguida, foi expulso de campo. Aos 40, Everton empurrou Malaquias, que disparava sozinho em velocidade pelo meio, e também foi expulso de campo.
Aos 45 minutos, Elton marcou para o Timbu, mas o gol foi anulado pelo árbitro após o assistente marcar impedimento do jogador alvirrubro no lance.
Uma vez restabelecida a igualdade númerica dentro de campo, o ABC continuou administrando a vantagem no placar até o final da partida, encerrada pelo árbitro aos 48 minutos.
FICHA DO JOGO
ABC
Wellington; Nêgo (Pio), Leonardo, Alessandro Lopes e Renatinho Potiguar; Basílio, Marcus Vinícius, Bileu e Cascata (Ricardo Oliveira); Leandrão (Malaquias) e Elionar Bombinha.
Técnico: Leonardo Campos.
NÁUTICO
Glédson; Neno (Rodrigo Heffner), Ronaldo Alves, Marlon e Aírton (Elton); Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos; Phillip (Ricardo Xavier) e Kieza.
Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Estádio Frasqueirão, em Natal (RN)Público: Não divulgadoGol: Leandrão (33’ do 1º tempo)Cartões amarelos: Bileu, Basílio, Marcus Vinícius e Elionar Bombinha (ABC); Kieza, Derley e Éverton (Náutico)Cartões vermelhos: Elionar Bombinha (ABC); Éverton (Náutico)Árbitro: Francisco Assis Almeida Filho (CE)Assistentes: Thiago Gomes Brigido e Arnaldo Rodrigues de Souza (ambos do CE
O único gol do jogo foi marcado no primeiro tempo, aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.
O Náutico até chegou ao gol de empate, assinalado por Elton aos 45 minutos do segundo tempo, mas o assistente marcou impedimento no lance e o árbitro não validou a jogada. Ainda na etapa complementar, cada uma das equipes teve um jogador expulso. Elionar recebeu o cartão vermelho aos 32 minutos e Everton recebeu o dele aos 40 minutos.
O Timbu joga novamente fora de casa na próxima rodada na Série B. O adversário do Náutico é o Duque de Caxias, do Rio de Janeiro. A partida acontece nesta terça-feira (28), às 19h30, no Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé. No mesmo dia e no mesmo horário, o ABC enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro.
O JOGO
O Náutico começou o jogo com uma novidade no setor ofensivo: Phillip foi o companheiro de Kieza no ataque. Mas quem começou levando perigo à meta adversária foi o ABC. Logo aos quatro minutos, Nêgo passou por Aírton e cruzou a bola, mas ela foi diretamente para as mãos de Glédson.
A resposta do Náutico veio aos oito minutos, numa cobrança de falta com Eduardo Ramos. O jogador chutou com a perna direita, a bola passou pela barreira e bateu na rede pelo lado de fora. Aos 1’ minutos, o Timbu chegou novamente na área do ABC. Neno fez um cruzamento fechado pela direita, mas o goleiro Wellington subiu mais que os outros jogadores e ficou com a bola.
O time potiguar respondeu aos 14 minutos. Cascata chutou de fora da área, mas a bola saiu à direita do gol de Glédson. Aos 16, foi a vez de Elicarlos arriscar um chute de fora da área, mas Wellington fez a defesa parcial e Leonardo afastou o perigo.
Quando o cronômetro marcava 24 minutos, o Náutico teve uma falta a seu favor e Aírton mandou a bola na segunda trave, mas o goleiro do ABC saiu do gol e ficou com ela.
O único gol do jogo saiu apenas aos 33 minutos. Em um rápido contra-ataque pela direita do campo, Marcus Vinícius fez um cruzamento rasteiro para o meio. Leandrão apareceu livre de marcação e mandou a bola para o fundo das redes.
O Náutico teve a chance de empatar a partida aos 37 minutos. Em um cruzamento do Alvirrubro pela direita, Wellington afastou a bola com um soco e Eduardo Ramos ficou com o rebote, mas chutou travado. Aos 43, Kieza reclamou do árbitro e foi advertido com o cartão amarelo.
Na etapa complementar, o Náutico voltou com uma novidade. O atacante Ricardo Xavier entrou no lugar de Phillip e fez a sua estreia na Série B deste ano. E foi com o artilheiro do Timbu nesta temporada que saiu a primeira grande chance de gol dos alvirrubros no segundo tempo. Aos 11 minutos, Ricardo Xavier recebeu a bola de costas para a zaga dentro da área, girou para cima do marcador e chutou colocado, mas a bola passou pelo goleiro Wellington e saiu pela linha de fundo.
No minuto seguinte, Cascata invadiu a grande área e caiu. Os jogadores do ABC pediram pênalti, mas o árbitro disse que não houve falta na jogada e mandou o jogo seguir.
Em seguida, o que se viu foi um festival de cartões amarelos. Aos 13 minutos, Elionar Bombinha simulou falta e foi punido pelo árbitro com o amarelo, assim como Marcus Vinícius após cometer uma falta na lateral direita aos 15. Já Everton recebeu o cartão aos 26, quando fez falta dura em Cascata.
Quando o cronômetro marcava 32 minutos, saiu o primeiro cartão vermelho do jogo. Elionar fez uma falta por trás em cima de Elicarlos, recebeu o segundo amarelo e, em seguida, foi expulso de campo. Aos 40, Everton empurrou Malaquias, que disparava sozinho em velocidade pelo meio, e também foi expulso de campo.
Aos 45 minutos, Elton marcou para o Timbu, mas o gol foi anulado pelo árbitro após o assistente marcar impedimento do jogador alvirrubro no lance.
Uma vez restabelecida a igualdade númerica dentro de campo, o ABC continuou administrando a vantagem no placar até o final da partida, encerrada pelo árbitro aos 48 minutos.
FICHA DO JOGO
ABC
Wellington; Nêgo (Pio), Leonardo, Alessandro Lopes e Renatinho Potiguar; Basílio, Marcus Vinícius, Bileu e Cascata (Ricardo Oliveira); Leandrão (Malaquias) e Elionar Bombinha.
Técnico: Leonardo Campos.
NÁUTICO
Glédson; Neno (Rodrigo Heffner), Ronaldo Alves, Marlon e Aírton (Elton); Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos; Phillip (Ricardo Xavier) e Kieza.
Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Estádio Frasqueirão, em Natal (RN)Público: Não divulgadoGol: Leandrão (33’ do 1º tempo)Cartões amarelos: Bileu, Basílio, Marcus Vinícius e Elionar Bombinha (ABC); Kieza, Derley e Éverton (Náutico)Cartões vermelhos: Elionar Bombinha (ABC); Éverton (Náutico)Árbitro: Francisco Assis Almeida Filho (CE)Assistentes: Thiago Gomes Brigido e Arnaldo Rodrigues de Souza (ambos do CE
domingo, 26 de junho de 2011
FUTEBOL INTERNACIONAL
Choro e drama: River Plate empata e
é rebaixado no Monumental de Nuñez
é rebaixado no Monumental de Nuñez
No aniversário de 15 anos do título da Libertadores, gigante argentino perde pênalti e não consegue vencer o Belgrano por dois gols de diferença em casa
O dia 26 de junho era até este domingo motivo de muita festa e alegria para o River Plate. Em 1996, há exatos 15 anos, os Milionários venciam o América de Cali, da Colômbia, por 2 a 0, e se sagravam campeões da Taça Libertadores da América pela segunda vez. Agora, o gigante argentino terá de dividir a data com a maior decepção de seus 110 anos de história. Com o empate por 1 a 1 com o Belgrano, no Monumental de Nuñez, o clube presidido por Daniel Passarella foi rebaixado para a Segunda Divisão nacional.
Após perder na quarta-feira por 2 a 0 em Córdoba, na última quarta-feira, o River precisava vencer por dois gols de diferença. Saiu na frente, logo aos cinco minutos, permitiu a igualdade na etapa final e até desperdiçou um pênalti em seguida. No fim, torcedores invadiram o gramado e paralisaram a partida, que sequer teve continuação.
Primeiro tempo é animador
Apesar do gol anulado do Belgrano logo aos quatro minutos, corretamente marcado pelo árbitro Sergio Pezzota, foi o River Plate quem mandou no primeiro tempo. Empurrado por sua torcida, que lotou o Monumental e fez linda festa, os Milionários nem pareciam a mesma equipe apática de quarta-feira.
Não à toa a resposta ao susto foi efetiva e muito rápida. Após lançamento, Pavone dominou, girou e emendou bonito, de fora da área. O chute rasteiro entrou no canto. Eram apenas cinco minutos de jogo.
Os donos da casa foram para cima e passaram a acreditar ainda mais na possibilidade de se salvar do descenso. Aos 25, reclamaram com razão de um pênalti não marcado pelo juiz em cima de Caruso. No lance seguinte, a cabeçada de Díaz passou raspando o travessão e assustou. A última jogada de grande perigo veio aos 30, com Pavone, em chute de fora da área.
foi animador para o River Plate (Foto: agência AFP)
Falha da zaga, pênalti perdido: River não resiste e é rebaixado no Monumental
O apito final trouxe minutos de incrível atmosfera no estádio. A torcida colocou a paixão no canto e enviou mensagem de apoio à equipe. Mas foi novamente o Belgrano quem criou ótima oportunidade na etapa final. Aos 3, Pereyra avançou livre em contra-golpe e tentou por cobertura. Carrizo rezou e a viu sair por cima.
O tempo passava rápido para o River, que já não era o mesmo e tentava administra o nervosismo com o futebol. Mas nova falha do sistema defensivo praticamente pôs tudo a perder. Aos 17, Díaz e Ferrero protagonizaram cena de trapalhões e viram a bola sobrar limpa para Farré empurrar.
As expressões da torcida já eram de desânimo e desespero quando Caruso sofreu pênalti aos 22. Pavone, autor do primeiro gol, assumiu a responsabilidade e foi para a cobrança pela qual certamente não será esquecido. Um chute rasteiro, no centro do gol, acabou nas mãos do goleiro Olave, que sequer deu rebote.
Àquela altura, alguns torcedores já choravam. O River ocupou boa parte do tempo restante no campo ofensivo, ensaiou uma pressão, mas a missão era mesmo espinhosa. Aos 45, alguns invadiram o gramado e o jogo foi paralisado. Bombeiros usaram mangueiras d'água para afastar os mais nervosos. Não houve volta. Houve choro e muito drama, refletido no rosto do goleiro Carrizo e de tantos outros. Era o fim de uma era na elite, agora com o espaço ocupado pelo modesto Belgrano
Ginástica
Diego e Daiane fazem bonito no solo e conquistam ouro no torneio em Natal
Ginastas superam adversários com facilidade e pegam embalo na preparação para o Campeonato Mundial do Japão, que será disputado em outubro
Em busca de superação, dois dos principais nomes da ginástica brasileira pegaram embalo neste domingo no caminho que leva ao Mundial do Japão, em outubro. No Torneio Internacional de Ginástica Artística, disputado em Natal, Diego Hypolito e Daiane dos Santos deixaram os adversários para trás e embolsaram medalhas de ouro. Recuperado de uma cirurgia no tornozelo, Diego venceu as provas de salto e solo. De volta à seleção após dois anos afastada, Daiane ganhou no solo e festejou o bom retorno.
- Consegui acertar tudo direitinho. Fiz uma série mais simples no solo, e agora é botar um pouco mais de dificuldade para o Mundial – afirmou Daiane, em entrevista ao Esporte Espetacular logo após o torneio, na manhã deste domingo.
Em sua primeira competição internacional com a seleção após receber uma suspensão por doping, Daiane conseguiu uma nota 13.700, superando as também brasileiras Gabriela Soares (13.550) e Adrian Gomes (13.400). O pódio brasileiro deixou para trás as mexicanas Alexa Moreno, Karla Retiz e Areli Medina, que vieram em seguida.
Campeã mundial em 2003, Daiane não usa mais o “Brasileirinho”, trilha que virou sua marca no tablado. Com uma mistura de ritmos latinos, a ginasta abriu sua série com o famoso duplo twist carpado e foi muito aplaudida pelo público de Natal.
Diego Hypolito abriu sua prova de solo ao meio-dia em ponto. Com uma série que partia de 16.80, ele fez bonito e mostrou que está recuperado da cirurgia. Fechou a apresentação com uma tripla pirueta e também arrancou aplausos da torcida. No fim, ele ficou com o ouro, superando Victor Rosa e Santiago Lopes.
- Essa série é a mais difícil da minha carreira, que parte de 16.80. Voltei agora 100%, e tem toda uma equipe envolvida com isso para chegar ao resultado final – afirmou Diego, agradecendo, entre outros ao técnico e ao psicólogo da equipe
Aberto de Paris de Natação
Cielo domina os 50m livre e mostra que ainda é o gatilho mais rápido
Brasileiro completa a prova em 21s66 no Aberto de Paris, supera o rival Frédérick Bousquet e brinca na piscina imitando pistolas com os dedos
Por GLOBOESPORTE.COM Paris, França
Assim que bateu em primeiro lugar nos 50m livre e confirmou seu terceiro ouro no Aberto de Paris, Cesar Cielo fez questão de deixar claro para a torcida que é o gatilho mais rápido da natação mundial. Ainda na água, o brasileiro imitou pistolas com as duas mãos e soprou as pontas dos dedos, sorrindo com a missão cumprida neste domingo. Com o tempo de 21s66, melhor do ano, ele superou o rival Frédérick Bousquet, que nadava em casa e ficou com a prata ao cravar 21s78. O ucraniano Andrii Govorov completou o pódio com 22s04. O brasileiro Bruno Fratus chegou em quinto lugar, com o tempo de 22s31.
O melhor tempo de Cielo no ano nos 50m livre tinha sido 21s73, no Troféu Maria Lenk. Com os 21s66, ele conquista seu terceiro ouro no Aberto de Paris. Os outros dois tinham vindo no sábado, nos 50m borboleta e nos 100m livre.
Concentrado para a prova desde o início, Cielo caiu na água e conseguiu se desvencilhar dos adversários na segunda metade. Comemorou o ouro e, a caminho do pódio, ainda pegou uma bandeira do Brasil para colocar sobre o ombro esquerdo. Cumprimentou Bousquet e, após receber a medalha, agradeceu aos torcedores de Paris.
- Amo Paris, amo a torcida, aqui tem alguns dos melhores nadadores do mundo e adoro competir contra eles – disse, arrancando aplausos.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Futebol Internacional
Alex Ferguson considera hegemonia na Inglaterra um 'feito memorável'
Treinador comemora seu 12º título inglês em 25 anos de Manchester United e ressalta importância dos jogos em casa para a campanha vitoriosa
Quando entrou em campo neste sábado, para enfrentar o Blackburn, fora de casa, o Manchester United sabia que precisava de apenas um empate para fazer história na Inglaterra. Conseguiu. E deve isso em grande parte ao técnico Alex Ferguson. Desde 1986 no comando do clube inglês, o treinador escocês conquistou seu 12º título inglês em 25 anos e não escondeu o orgulho pelo feito histórico de ter tornado o clube o maior vencedor da história do futebol na Terra da Rainha.
Ferguson, que por pouco não foi para o Arsenal antes de iniciar sua carreira nos Diabos Vermelhos, acredita que as conquistas do Manchester United nas décadas de 1990 e 2000 merecem receber muito crédito. Desde que assumiu o clube, Sir Alex já conquistou um total de 36 títulos. Além dos 12 ingleses, são cinco Copas da Inglaterra, quatro Copas da Liga, nove Supercopas da Inglaterra, duas Ligas dos Campeões, duas Supercopa da Europa e dois Mundiais Interclubes.
- O mais importante é a hegemonia. Tomara que consigamos mantê-la por um bom tempo. É um feito memorável. Me sinto muito bem. O jogo não foi lá essas coisas, mas não me preocupo. É muito importante para o clube ser o maior vencedor. Também temos o recorde na Copa da Inglaterra, além de ter ganho Copas da Liga, Ligas dos Campeões e Mundiais Interclubes - disse.
Alex Ferguson e Rooney no momento em que o atacante fez o gol do título (Foto: Getty Images)Ferguson acredita que o fator principal desta conquista na atual temporada foi a boa forma da equipe jogando em casa. O Manchester United não perde em Old Trafford desde março do ano passado, quando foi derrotado pelo Chelsea. No próximo final de semana, o time recebe o Blackpool, já com o título garantido, mas pensando em confirmar a invencibilidade.
- Esse ano foi engraçado. Não estivemos muito bem fora de casa, hoje só empatamos, mas estivemos fantásticos em casa e foi aí que conquistamos o título - afirmou o treinador, que, apesar disso, evitou comparações com o time da temporada 1998-99, que conquistou três títulos (Liga dos Campeões, Inglês e Copa da Inglaterra) no ano.
- Não vamos nos precipitar. Aquela temporada da Tríplice Coroa foi espetacular e não sei se irá acontecer novamente. Sabia que, nesse ano, teríamos que abrir mão de alguma das competições, e acabou sendo a menos importante delas, a Copa da Inglaterra. Ganhamos o Inglês e agora temos a Liga dos Campeões para decidir - completou.
Carreata dois dias depois da final da Champions
No dia 30 de maio, dois dias após a final da Liga dos Campeões contra o Barcelona, em Wembley, o clube irá realizar uma festa oficial pelo título. O diretor David Gill confirmou a carreata, pois para ele, independente do resultado da decisão do campeonato europeu, a conquista da hegemonia no futebol inglês merece ser celebrada. Além disso, Gill acredita que não seria bom fazer festa antes da decisão.
- É um grande feito para a nossa história e temos que festejar. Recebemos muitas perguntas dos torcedores, então acredito que haverá mesmo essa carreta. Foi uma boa maneira que encontramos para comemorar sem prejudicar o time antes da final - explicou
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